Durante muito tempo, o debate sobre compliance no esporte esteve concentrado no cumprimento de regras, regulamentos e obrigações formais. Hoje, entretanto, as expectativas da sociedade, dos patrocinadores, dos investidores e dos próprios torcedores são muito mais amplas.
Temas como diversidade, inclusão, responsabilidade social, sustentabilidade e cultura ética passaram a ocupar espaço relevante dentro das organizações esportivas, exigindo que clubes, federações e demais entidades reflitam sobre seu papel para além do desempenho dentro de campo.
O desafio, porém, vai além da criação de políticas ou campanhas institucionais. A verdadeira transformação ocorre quando discurso e prática caminham juntos, tornando a integridade parte da cultura organizacional e não apenas um requisito de conformidade.
Mas como o ESG pode contribuir para a construção de organizações esportivas mais responsáveis? E quais são os riscos de tratar essas iniciativas apenas como ferramentas de reputação?
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