A profissionalização do futebol trouxe consigo operações cada vez mais complexas, envolvendo transferências milionárias, contratos internacionais, investidores, direitos econômicos e uma ampla rede de partes interessadas.
Apesar dessa evolução, muitas negociações ainda são realizadas sem processos estruturados de avaliação de riscos, mesmo quando envolvem organizações com histórico público de inadimplência, passivos elevados ou dificuldades financeiras conhecidas pelo mercado.
Em um cenário onde disputas perante a CNRD e a FIFA se tornam cada vez mais frequentes, cresce a necessidade de incorporar ao esporte práticas já consolidadas no ambiente corporativo, como due diligence, gestão de riscos, controles internos e mecanismos de proteção patrimonial.
Afinal, como clubes podem reduzir a exposição a riscos financeiros sem comprometer oportunidades esportivas? E qual o papel do compliance na construção de um mercado mais sustentável e previsível?
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